O vento não para. Circular entre as vielas da minha vida. quem dera parasse, para que sempre soubesse o que dela seria. No centro, no fundo, no âmago, vida sem o vento, não é vida. Deveria sê-la? se fosse, não seria vida. Diga, oh, vento: erro ao querer não tê-lo?! Diga, oh, vento: porque aceitá-lo? Nada ouço do vento, nada muda na vida, se tudo acerto no bem, tudo acerto na vida.

