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Mostrando postagens de abril, 2018

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Você está acessando o site do bacharel em Teologia e Filosofia, Valderi Silva.


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Ainda sobre denunciar os erros magisteriais e litúrgicos do clero

Falar-vos-ei do amor [parte II]

Anteriormente ( aqui ) já falava do amor como decisão e por este motivo, algo reflexo da vontade e da inteligencia. Acredito que por causa da corruptibilidade do ser humano esta seja a forma ordinária de amor, do verdadeiro amor por ser fruto de algo amadurecido, não de algo momentâneo, como a paixão que surge espontaneamente como se fosse numa GERAÇÃO ESPONTÂNEA. Para mim, esta compreensão não exclui o chamado AMOR À PRIMEIRA VISTA, o que prefiro chamar de "amor puro", pois ele existe como uma forma extraordinária de amor, algo originalmente vindo da perfeição humana, que fora perdida quando do pecado original. Depois de explicar esta diferença, posso continuar a falar do amor, do amor ordinário entre os seres humanos. E esta continuação precisa lembrar o que já fora escrito anteriormente, sobre o amor que forma-se, nutre-se e cresce, numa atividade natural segundo a naturalidade deste amor entre seres corruptíveis. Nas minhas palavras pode soar estranho e enfadonho este amo...

Falar-vos-ei do amor [parte I]

Quero falar-vos sobre algo nada banal. Desejo falar-vos sobre o amor, ou melhor, o que entendo, nestes bons anos de vida e experiência, sobre o que chama-se amor. É interessante observar que as pessoas sabem muito bem pronunciar esta pequena palavra, no entanto, ao tentar defini-lá sempre encontram dificuldades, às vezes tantas que nada conseguem dizer. De fato, algum poeta já disse, "sobre o amor, nenhum conceito se diga". Especialmente em nosso tempo! Tentar demonstrar, e porque não dizer, provar o amor através de palavras, parece tão surreal quanto um unicórnio alado. Talvez devesse começar por aqui, da fraqueza contemporânea das palavras para falar do amor. Outrora, noutros tempos, parecia que a linguagem fora inventada somente para falar do amor, dele e para ele. "Amor por amor se basta"... Como se entende isso? Com certeza é necessário mais que arroubos sentimentalóides para conceber naturalmente uma afirmação como esta. O amor por amor se basta, se não se bas...

Denunciar publicamente os erros do clero?

Mensagem de Páscoa - 2018

O modelo Moro: Um elogio

Por Alexandre Garcia Um juiz que tem em mãos processos envolvendo tanta gente poderosa e que aceita ser o alvo das perguntas e câmeras de um programa como Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, tem que ser uma pessoa extremamente confiante em sua própria sensatez. O risco é enorme. Qualquer pré-julgamento, qualquer opinião fora dos autos, pode ser argumento para ser contestado pelas defesas - que por tantas vezes já pediram seu afastamento de processos de corrupção. Pois por hora e meia o juiz Sérgio Moro correu esse risco, submetendo-se a perguntas de cinco jornalistas e aos olhares implacáveis das câmeras que acompanharam seus gestos, feições e olhos de todos os ângulos. E não tropeçou nenhuma vez; nenhum vacilo, nenhuma irritação, nenhum arroubo de estrelismo diante das luzes daquele plenário que o cercava. Em pergunta alguma perdeu a naturalidade. Mostrou que é um juiz equilibrado, calmo, racional, sem paixões e preconceitos. Com profundo conhecimento do mundo que o cerca, responde...
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