"A esquerda sente a necessidade de sempre explicar tudo em termos de culpados e vítimas, mas, como cada explicação desse tipo logo se revela insustentável, é preciso buscar sempre novas vítimas para que as ondas de indignação se sucedam sem parar, alimentando a liderança revolucionária que sem isso não sobreviveria uma semana. A primeira vítima oficial foram os proletários, depois os índios, os negros, as mulheres, os jovens, os gays e agora, finalmente, a maior de todas: o planeta. Em nome da salvação do planeta, supostamente ameaçado de extinção pelo capitalismo, é lícito matar, roubar, sequestrar, incendiar, ludibriar, mentir sem parar e sobretudo, gastar dinheiro extorquido dos malvados capitalistas por meio do estado redentor." (CARVALHO, Olavo de. Até que enfim , Diário do Comércio, 21/09/2011) Hoje faço questão de reproduzir este trecho de um dos artigos do filósofo Olavo de Carvalho, que fora publicado no Diário do Comércio em 2011. A crueza da realidade que Olavo ex...

