O vaticanista italiano Sandro Magister fez algumas precisões ao afirmar que o Papa Francisco é censurado nos meios de comunicação quando fala sobre o aborto, após receber uma carta do filósofo argentino José Arturo Quarracino, sobrinho do Cardeal Antonio Quarracino, predecessor do Santo Padre na Arquidiocese de Buenos Aires, na Argentina. Filósofo argentino José Arturo Quarracino Segundo Quarracino, escreve Magister, “é verdade que o Papa Francisco fala duramente contra o aborto, mas o faz de tal forma que suas palavras não ressoam nos grandes meios de comunicação, que assim não sofrem nenhum tipo de censura, por isso ele se adapta voluntariamente a esse silêncio”. Em sua publicação intitulada “Não censura, mas silêncio calculado. Uma carta da Argentina sobre o Papa e o aborto”, Magister indica que “se, de fato, o Papa quisesse que as suas palavras contra o aborto tivessem um impacto maior no público, porque – pergunta-se Quarracino - ele não as pronuncia em um Ângelus, em uma grande a...