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Mostrando postagens de dezembro, 2009

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Virtudes heróicas de João Paulo II e Pio XII

  Afinal, grande presente que o Santo Padre nos oferta. Apenas este caminho aberto para que o inevitável aconteça já nos oferece grende alegria pela merecida e por nós necessitada, elevação aos altares destes dois grandes homens, papas e “santos”. João Paulo II e Pio XII, grandes em virtude como foram grandes em seus tempo de governo da Barca de Pedro.

Quem é o responsável?

Trabalho apresentado em sala de aula no ano de 2006. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Faculdade de Teologia. Disciplina: Exegese do Antigo Testamento – III. Professor: Frei Rafael Santamaría, OCD. Alunos: André Nicolau Dapper, Leandro Froelich, Valderi da Silva QUEM É O RESPONSAVEL? [1] Experiências do sem-solução O autor do artigo apresenta sua reflexão decorrente de uma afirmação que certa vez escutou: "Deus sempre esta presente, está ao nosso lado nos protegendo". Tendo como provocador esta afirmação, vem-nos a questão profunda de quem seria, como paradigma a história de Jó, a responsabilidade do mal. Uma estrutura que talvez ajude a ver melhor esta questão é qual a existente relação entre Deus-homem-mundo, homem-mundo-Deus. De fato, desde o antigo testamento se pode ver a relação complexa que existe entre Deus e o homem quando se tem em vista o mal presente. Muito fácil foi dar a Deus a responsabilidade também do mal (além da do bem), ...

BENTO XVI: Questões de fé, ética e pensamento na obra de Joseph Ratzinger

FINALMENTE! “A vestição dos paramentos litúrgicos e as respectivas orações”

Digo, finalmente, porque é o primeiro artigo, ou citação, de uma iniciativa sobre este que, para muitos, é um detalhe que remonta a idade média. Sempre desejei ver a Igreja insistindo abertamente e cada vez mais sobre esta preparação SILENCIOSA e COMPENETRADA do sacerdote antes das missas. Fonte: Zenit Artigo de Dom Mauro Gagliardi ROMA, domingo, 13 de dezembro de 2009 ( ZENIT.org ).- O artigo que apresentamos hoje pretende recordar o antigo costume de acompanhar a vestidura dos paramentos litúrgicos com orações próprias, breves, mas muito ricas em termos bíblicos, teológicos e espirituais. Tal prática tradicional deve ser mantida e não abandonada. 1. Breve revisão histórica As roupas utilizadas pelos ministros sagrados nas celebrações litúrgicas são derivadas das vestimentas gregas e romanas. Nos primeiros séculos, a forma de vestir das pessoas de uma determinada classe social (os honestiores ) foi também adotada para o culto cristão, e esta prática foi mantida na Igreja, me...

Paz, Clima, Natureza

Quase fim do dia… Chuve lá fora… uma chuva parecida com alfinetes ao vento… Aliás, muito vento! Hoje estou assim: mórbido, no trabalho olhando para a janela que mostra esta chuva pela vidraça. *** A PAZ, o CLIMA, a NATUREZA… palavras que estão ficando banais. Banais porque se fala tanto nelas em discursos e acordos, mas elas são somente ditas. Será que realmente são palavras? Acredito que não. São antes de tudo AÇÃO. PAZ é ação de não molestar o outro. CLIMA é ação harmonizar o status em que estou… NATUREZA, ela é a ação primeira do ser humano. Mas os homens esqueceram disto.   Pax Christi

Flor mais bela não há!

Nestes dias que antecedem o Natal fica irresistível não falar de Maria. Sei que muitos falam dela, e claro que imensamente belos são textos e discursos a respeito desta mãe da humanidade. Mas hoje é um dia especial, não somente para o México ou para a América Latina, mas para todos os que veneram Maria. Hoje lembramos o dia da aparição milagrosa de Maria em Guadalupe. Sim, milagrosa! Gosto de pensar e dizer deste modo porque de certa forma diferencia esta aparição das demais. E fica claro o por que quando pensamos no manto de Guadalupe, aquele em que ficou estampada a imagem de Maria na aparição a Juan Diego. Não vou descrever o histórico do manto, mas basta tomar conhecimento da metade desta história para termos certeza de que Maria apareceu na forma mais excelente e clara aos homens. Nossa Senhora de Gadalupe, rogai por nós.  

MOZART, SEMPRE MOZART

A data já passou, mas a vontade de escrever algo sobre o aniversário da morte deste gênio fez com que agora acabasse sendo vencido pela impetuosa inclinação de escrever. Mozart, ou melhor, Amadeus Mozart é indiscutivelmente o exemplo da genialidade musical na dimensão da criatividade nesta arte conjugada com perfeição. Não se trata de fazer referência a sua biografia, que mostra uma pessoa perturbada ou mais, mas sim de ver o quanto a flexibilidade e a ousadia morou na arte clássica. Mozart teve esta capacidade, a de fazer o clássico não ser estático, não ser considerado monótono para as mentes modernas de agora. Quanto a isso é que prefiro fazer referência tratando agora de Mozart, da contribuição deste gênio a toda mentalidade musical da humanidade. Graças a ele as mentes “acordaram” para mais um detalhe da apetência musical do ser humano. A música como a filosofia tem este poder de naturalmente ser eclético, ser moldável conforme as atribuições hodiernas que nos cercam. Mediant...

As duas árvores

Hoje, segunda semana do tempo do Advento, sexta-feira, a segunda leitura do Ofício Divino traz um texto de Santo Irineu de um Tratado sobre as heresias. Mas o que considerei interessante neste texto foi a chamada de atenção que ele faz ao mencionar as “duas árvores”. Mas quais são estas? Neste tempo de advento, estando continuamente meditando a promessa da chegada do Messias, fica mais evidente ao olharmos para Jesus e notarmos que estas duas ávores não poderiam ser outra coisa que a àrvore de onde nos veio o pecado e a àrvore de onde nos veio a salvação requerida pelo pecado contraído. Esta ávore da salvação está claro que se trata da cruz ao qual Cristo foi pregado, é através dela que Jesus, o Homem-Deus, nos ganhou a salvação. Esta ávore do pecado, ou do mal, é somente um símbolo como todos podem perceber. Trata-se da árvore da qual Eva teria tirado o fruto proibido para então cair em tentação e ser expulsa com Adão do Paraíso. Por isso do mal, porque através desta árvore veio...

Uma palavra já esquecida

Delicadeza Esta é a palavra que expressa um sentimento cada vez mais difícil de se encontrar. Todos nós já passamos muitos dias, ou semanas inteiras, sem receber nenhum gesto de carinho do próximo - são períodos difíceis, quando o calor humano desaparece, e a vida se resume a um árduo esforço de sobrevivência. Nos momentos em que o fogo alheio não aquece nossa alma, devemos examinar nossa própria lareira. Devemos colocar mais lenha, e tentar iluminar a sala escura em que nossa vida se transformou. Se somos capazes de amar, também seremos capazes de receber amor: é apenas questão de tempo. E para isso, mais que nunca, é preciso lembrar-se da palavra esquecida - delicadeza. O respeito para com os outros Roseana Murray, uma das mais talentosas poetas de nossa geração, escreveu "O manual da delicadeza - de A a Z" (Editora FTD). A seguir, alguns de seus versos: A alma é invisível um anjo é invisível o vento é invisível o pensamento é invisível e no entanto com delicadeza se...

A mutabilidade da mulher

São inúmeras as coisas que os sers humanos conseguem através da ciência e de suas especulações individuais entender, ser realmente expertos nestas. Mas um fato bem a vista de quem mais e mais se aprofunda em algo é descobrir que maior ainda é o número de coisas que o mesmo ser humano não consegue descobrir ou sequer se aproximar para pesquisar. Chama a atenção as recentes descobertas da ciência sobre as capacidades cerebrais, mostrando assim sua grande evolução neste campo. No entanto, sou totalmente a favor daqueles que concordam que a ciência nem de perto chegou a se aproximar dos mistérios que envolve a mulher! Parece machismo ou coisa do tipo, mas as muheres realmente se transformam as vezes por motivos que são em si muito insignificantes. As vezes chego a compará-las a um animal feroz que numa “carcaça” linda e suave por um simples (quando não falso!) estupim reage desmentindo a aparência que a camada exterior mostrava para demonstrar o “verdadeiro” monstro interior. E me des...

DOMINUS EST! É o Senhor!

Este livrinho (Dominus est!, de Dom Athanasius Schneider, editora Raboni) que parece tratar de um assunto banal porque corriqueiro, traz o assunto que nunca se escotará por se tratar do âmago de um misterio: EUCARISTIA. Melhor dizendo, tendo como já compreendido a magnitude que é este misterio, o autor, coloca e trata da postura que devemos ter frente a Eucaristia. Pistura essa que é deixada de lado apenas últimamente, já que o autor lembra muito propriamente, que desde o início da Igreja o cuidado com a forma de receber a Eucaristia mostrava maior dignidade que o que vemos agora. É hora de voltarmos a ter educação para receber dignamente a Cristo Eucarístico em nós. Dominus est!
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