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Mostrando postagens de janeiro, 2013

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Você está acessando o site do bacharel em Teologia e Filosofia, Valderi Silva.


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Sábado – Mc 2,13-17

Hoje, na cena que nos relata São Marcos, vemos como Jesus ensinava e como todos vinham para O escutar. A fome de doutrina é patente, então e também agora, porque a ignorância é o pior inimigo. Tanto assim é, que se tornou clássica a expressão: «Deixarão de odiar, quando deixarem de ignorar». Passando por ali, Jesus viu Levi, filho de Alfeu, sentado na banca de cobrança dos impostos e, ao dizer-lhe «segue-me», deixando tudo, foi com Ele. Com esta prontidão e generosidade ele fez o grande “negócio”. Não somente o “negócio do século”, mas também o da eternidade. Devemos pensar há quanto tempo acabou o negócio de recolha de impostos para os romanos e, pelo contrário, Mateus — hoje mais conhecido pelo seu novo nome do que por Levi — não deixa de acumular benefícios com os seus escritos, ao ser uma das doze colunas da Igreja. É o que acontece quando se segue o Senhor com prontidão. Ele disse-lhe: «E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos, por causa d...

Exorcista Fortea advierte sobre libros "envenenados" de jesuita Masiá

El jesuita Masiá ha publicado un libro en el que, fiel a su trayectoria personal, niega aspectos de la fe del modo más disimulado posible. Lo cual no deja de ser curioso, pues se supone que la fe debería ser una proclamación. Y la teología no es otra cosa que una profundización en esa proclamación. Visto desde el lado de los proclamadores del Evangelio, no deja de sorprender que un jesuita se dedique a la acrobacia teológica: digo pero no digo; esto no es así, pero tampoco digo que no es así; y cosas por el estilo. En gramática y en Teología Dogmática, el verbo SER es muy claro. Las cosas son verdad o no son verdad, sucedieron o no sucedieron. Podemos enredar las cosas todo lo que queramos, aunque al final el juez pregunta enfadado: sí, pero vamos, a ver, ¿usted le clavó el cuchillo a su mujer o no se lo clavó? Aquí no vale decir: la asesiné un poquito, o la asesiné como verdad metahistórica. Tampoco vale que el acusado diga: como verdad poética yo no la maté. La cuestión no es si...
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