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Mostrando postagens de julho, 2012

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Você está acessando o site do bacharel em Teologia e Filosofia, Valderi Silva.


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XVII Domingo do Tempo Comum

2Rs 4,42-44 Ef 4,1-6 Jo 6,1-15 Pe. Valderi da Silva A leitura do segundo livro dos Reis já nos mostra o que a liturgia deste final de semana nos quer indicar. Percebendo atentamente o que nos diz este pequeno trecho ouviremos um adento colocado no texto pelo escritor sagrado: Eliseu, o homem de Deus (2Rs 4,42). Daqui se pode partir para o cume desta liturgia da Palavra, pois, passando pela necessidade do povo, Deus atende o pedido de quem tem fome de pão, pela ação visível daquele no qual a Vontade de Deus reina exclusivamente. No Antigo Testamento, o povo já experimentara a escassez de alimento, vendo-se privado do que o sustenta no corpo para a vida diária. O profeta Eliseu, homem de Deus que presta atenção ao povo e sua saúde num todo, é sensível a esta miséria, por isso passa a seus irmãos o pão que lhe é oferecido como presente, pede que o deixe aos necessitados. Qual seria o motivo desta atitude de Eliseu? Creio que, primeiramente, por ter compaixão deste povo que sofre com o ...

Sábado – Jr 7,1-11 Mt 13,24-30

XVI Semana do Tempo Comum [Sobre Mt 13,24-30*] Hoje consideramos uma parábola como uma ocasião para referir-nos à vida da comunidade onde se misturam, continuamente, o bem e o mal, o Evangelho e o pecado. A atitude lógica seria acabar com esta situação, tal como o pretendem os servos: O dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’. Os servos perguntaram ao dono: ‘Queres que vamos retirar o joio? (Mt 13,28). Mas a paciência de Deus é infinita, espera até o último momento — como um pai bom— a possibilidade de mudança: Deixai crescer um e outro até a colheita (Mt 13,30). Uma realidade ambígua e medíocre, mas nela cresce o Reino. Trata-se de sentir-nos chamados a descobrir os sinais do Reino de Deus para potencializá-lo. E, por outro lado, não favorecer nada que ajude a contentar-nos na mediocridade. No entanto, o fato de viver em uma mescla de bem e de mal não deve impedir o progresso em nossa vida espiritual; o contrário seria converter nosso trigo em intriga. Senhor, não semeas...

Da comunhão ajoelhados: Como comungar?

"Durante vários anos como padre, insisti terminantemente que as pessoas comungassem na mão, porque, devido aos meus estudos, eu havia aprendido que para comungar colocamos uma mão em cima da outra fazendo uma cruz e, depois, fazemos uma concha. Assim, você faz, ao mesmo tempo, um “berço” (a manjedoura onde Jesus nasceu) e uma cruz (onde Jesus morreu). Sempre recordando que a mão esquerda tem de ficar em cima da mão direita, porque a mão direita tem de estar livre para você pegar a hóstia e colocá-la na boca. A mão deve estar na altura do peito, estendida na direção do padre. Por muito tempo fiquei incomodado ao ver os seminaristas comungando na boca, mas sabia que eles tinham o direito de fazer isso. No entanto, sempre tentava fazê-los receber a Eucaristia na mão. Tudo isso era o que eu lutava e cria até pouco tempo atrás. Mas o papa Bento XVI me deu uma “rasteira”. O Papa começou a dar a comunhão, na liturgia papal, para os fiéis de joelhos e na boca. Confesso que fiquei choca...

Sexta-feira – Jr 3,14-17 Mt 13,18-23

XVI Semana do Tempo Comum Valderi da Silva Existem muitos irmãos nossos, homens e mulheres resgatados por Cristo pelo seu Sangue na cruz, que se encontram dispersos e extraviados pelo mundo sem direção. Falta-lhes uma estrela que os guie, mas ainda falta-lhes alguém que lhes aponte esta Estrela. Esta Estrela na verdade, já existe antes dos tempos, é Cristo Jesus, o que o Senhor promete ao Seu povo é que suscitará homens que apontem a estrela pela qual todos devem se guiar, assim, encontrando-se no mesmo caminho da vida. O Senhor faz este apelo para que os afastados retornem ao caminho perdido por causa do pecado, que não deixemos as más inclinações nos orientarem, mas que desviemos de nossos próprios vícios para buscar somente a verdade. Para conduzir a humanidade ao caminho que fora perdido, Deus designará, segundo o profeta, homens escolhidos por Ele para apascentarem com “clarevidência e sabedoria” (cf. Jr 3,15). Estes vocacionados de Deus, não serão mais ricos ou poderosos, mas...

O que vai mal no mundo? [III]

Falava da alma como voltada para Deus desde sua criação ( O que vai mal no mundo? [I] ), o que para alguns ainda é difícil de ser aceito, veja-se o exemplo de alguns “ateus” que negando a existência de um deus negam que a alma – que a maioria aceita ser existênte, mesmo que confundida às vezes com o espírito humano – possa ter este direcionamento natural ao seu criador. Aqui se trata de uma negação apriori de Deus mas que têm como consequência a negação da existência da alma, pois não existe um conceito para ela que exclua a possibilidade de um deus. Dizia também ( O que vai mal no mundo? [II] ) que nossa visão sobre este tema pode ir da alma – nosso “mundo” – até Deus e até nós mesmos, sendo que este direcionamento natural à Deus nasce da própria natureza da alma, que é tirada do ser eterno e puro de Deus. Nos dedicando a visão deste mundo que  nos leva a nós mesmos, podemos nos perguntar como já o fizemos anteriormente, se não seria mais adequado falar primeiro de nossa direção a...

São Joaquim e Sant'Ana

Eclo 44,1.10-15 Mt 13,16-17 Pe. Valderi da Silva Hoje, alegremente lembramos de São Joaquim e Sant'Ana, os pais de Maria Santíssima. São certamente figuras singulares dentro do Novo Testamento, pois são a imagem do fiel do Antigo Testamento. Judeus firmes em sua fé, generosos na acolhida da Palavra de Deus, foram escolhidos por Deus para gerarem aquela que traria ao mundo o Salvador. Apesar de quase pouco se saber deles, pela Sagrada Escritura, a Igreja louva este casal que passa a ser para nós, mais um modelo de família desenvolvida e realizada em torno de Deus. Por isso ser tão conveniente esta leitura do Eclesiástico, pois se trata de um elogio daquelas pessoas “famosas” pela santidade de vida, e podemos estender estas palavras a todos aqueles que vivem com coragem a honestidade e a fé. Vemos nestes pais de Maria Santíssima, pessoas que optaram por viver como os mais célebres antepassados, tementes a Deus. Deste modo, se relacionavam como marido e esposa procurando sempre viv...

São Tiago, Maior

2Cor 4,7-15 Mt 20,20-28 Valderi da Silva A Igreja celebra neste a festa de São Tiago apóstolo, também chamado de o Maior – para diferenciá-lo do Tiago menor. Também é chamado assim por ser o irmão mais velho de João evangelista. Nos evangelhos têm sempre a presença confirmada entre os mais próximos de Cristo dentre o grupo dos apóstolos. Esta primeira leitura tirada da carta de São Paulo aos Coríntios, é lida nesta celebração justamente porque nos deseja recordar a fragilidade de nosso corpo diante da morte. Esta morte Tiago também experimentou ao ser decapitado (At 12,1-2) sob o comando de Herodes Agripa I. Paulo fala que trazemos um tesouro em vasos de barro, este vaso já reconhecemos ser nosso corpo mortal e perecível. Mas e este tesouro, o que será? Lembrando da missão recebida por Tiago e do que ele aprendeu com o Mestre, fica fácil entender que este tesouro se trata da fé, tesouro inestimável que nos abre a porta da salvação, que nos faz chegar ao coração de Deus. A fé é este...

A beleza da esposa

Esposa, submetei-vos aos vossos maridos… o vosso adorno não consista em coisas externas, tais como cabelos trançados, joias de ouro, vestidos luxuosos, mas na personalidade que se esconde no vosso coração, marcada pela estabilidade de um espírito suave e sereno, coisa preciosa diante de Deus. (1Pd 3,1a.3-4) Primeiramente, antes de escrever sobre a sentença esposa, submetei-vos aos vossos maridos, desejo começar pelo restante destacado da carta de São Pedro. Querendo me referir exclusivamente as mulheres, não pretendo excluir que estas verdades contidas nas palavras do apóstolo São Pedro sejam dispensadas pelos homens, mas antes até indiretamente estejam eles incluídos nestas recomendações do apóstolo. Qual é a beleza de uma mulher? Onde a encontramos? Estas e outras perguntas é importante que sejam feitas logo ao pensarmos na mulher como gênero indispensável para o crescimento e desenvolvimento da humanidade. A beleza de uma mulher não se resume a pontos de sua existência e logo q...

Terça-feira – Mq 7,14-15.18-20 Mt 12,46-50

XVI Semana do Tempo Comum Pe. Valderi da Silva O Senhor exige do ser humano que ele ame a misericórdia, principalmente porque Ele sabe que somente assim o ser humano compreenderá o modo de agir de Deus. Ele possui uma arma muito mais poderosa do que qualquer inimigo, não precisando matar cruelmente a ninguém para os derrotar, Ele os afunda nas águas de Sua misericórdia, os faz mergulhar no profundo abismo do Seu amor. Misericórdia, isto é o que Deus manifesta de mais palpável de Seu amor pelos homens e mulheres. Mas o que é misericórdia? Misericórdia não é um sentimento ou uma paixão, muito menos se trata de uma filosofia de vida ou esquema social. A palavra misericórdia (sofrimento+coração) quer expressar a disposição do coração em colocar-se junto ao coração que sofre, isto é, sofre com ele, para que, sentido o que ele sente, compreendê-lo e ajudá-lo. Misericórdia é a expressão do amor de Deus, sendo no ser humano a consequente expressão deste amor vivido pelos homens. Nesta ati...

Terça-feira – Mq 7,14-15.18-20 Mt 12,46-50

XVI Semana do Tempo Comum Valderi da Silva O Senhor exige do ser humano que ele ame a misericórdia, principalmente porque Ele sabe que somente assim o ser humano compreenderá o modo de agir de Deus. Ele possui uma arma muito mais poderosa do que qualquer inimigo, não precisando matar cruelmente a ninguém para os derrotar, Ele os afunda nas águas de Sua misericórdia, os faz mergulhar no profundo abismo do Seu amor. Misericórdia, isto é o que Deus manifesta de mais palpável de Seu amor pelos homens e mulheres. Mas o que é misericórdia? Misericórdia não é um sentimento ou uma paixão, muito menos se trata de uma filosofia de vida ou esquema social. A palavra misericórdia (sofrimento+coração) quer expressar a disposição do coração em colocar-se junto ao coração que sofre, isto é, sofre com ele, para que, sentido o que ele sente, compreendê-lo e ajudá-lo. Misericórdia é a expressão do amor de Deus, sendo no ser humano a consequente expressão deste amor vivido pelos homens. Nesta atitude ...

Segunda-feira – Mq 6,1-4.6-8 Mt 12,38-42

XVI Semana do Tempo Comum Pe. Valderi da Silva Na relação de Deus com o homem existe uma clara transparência de que Deus deseja estar sempre ao lado do homem, sempre o acompanhando e protegendo contra os males. No entanto, também é clara aquilo que Deus exige do ser humano. Em realidade, já falou ao povo que não pede sacrifícios abundantes de animais, como era a impressão que muitos tinham. Não pede a oferta cruel do próprio filho. Ele pede de nós algo próprio do Seu amor, que esta presente em nós e que podemos manifestar em nossa vida: a justiça e a misericórdia. A profecia de Miquéias diz algo esquecido muitas vezes, que esta vontade de Deus já foi revelada, ou seja, o que dizemos hoje da exigência de Deus aos homens não é novidade, pois se trata de algo já a muito anunciado, muitas vezes de modo claro, outras apresentadas em formas de pistas para também o ser humano possa fazer seu exercício de descobrir o que o Senhor pede de nós. Pensando mais profundamente, esta sentença de que...

XVI Domingo do Tempo Comum

Jr 23,1-6 Ef 2,13,18 Mc 6,30-34 Pe. Valderi da Silva Caríssimos irmãos. [A dispersão que acende a raiva de Deus] O povo de Israel sempre sofreu com a ameça constante da dispersão, seja territorial, pela ameça dos povos vizinhos que tendiam a conquistar novas terras, seja uma dispersão em relação a Lei de Deus, fazendo com que o povo se afastasse do caminho que Deus os orientava a seguir. Este povo da Antiga Aliança, convivia com este sentimento vivo dentro de si, o que leva o profeta Jeremias a falar com certa propriedade sobre a ofensa a Deus por parte de quem levar o povo a se dispersar. Esta dispersão pode ser entendida de duas formas como já mencionamos. Uma realidade de migração obrigatória para longe de seus concidadãos, o que leva o povo a se dividir e cada grupo ou família ir para um lado diferente. Mas também, pode nos mostrar uma outra dispersão, que na realidade é a que mais entristece a Deus. Se trata da dispersão do povo de Deus que esta reunido sob Seu Nome. Isto a...

Sexta-feira – Is 38,1-6.21-22.7-8 Mt 12,1-8

XV Semana do Tempo Comum Pe. Valderi da Silva [Preocupar-se com a vida após a morte] Ezequias recebe de Isaías uma notícia que perturba qualquer coração humano, a proximidade do momento em que se deixará este mundo, ou seja, a morte. De modo semelhante reage qualquer pessoa ao saber deste destino inevitável, mas que ninguém procura saber o dia nem a hora. Vendo por este ângulo, este comportamento pode ter seu lado positivo, o de que não se gastar em pre-ocupações desnecessárias já prevenindo a morte. Mas por outro lado, também é necessário considerar o que nos pede claramente o Senhor nos evangelhos, para que sejamos vigilantes pois não sabemos nem o dia nem a hora. Portanto, cabe a nós vivermos sem a gastura da pre-ocupação mas em tudo visando uma preparação para o dia do encontro com o Pai. A própria resposta de Deus a Ezequias, transmitida por Isaías, confirma nossa certeza de que esta realidade da morte é inevitável a todos. Deus concede mais anos a Ezequias, mas não lhe dá a...

Quinta-feira – Is 26,7-9.12.16-19 Mt 11,28-30

XV Semana do Tempo Comum Valderi da Silva Esta primeira leitura da liturgia de hoje, nos apresenta uma passagem belíssima, uma verdadeira oração de Isaías ao Senhor. Nela o profeta louva a Deus pela providência de suas mãos que prepara o caminho para que o justo possa o encontrar, com sinais externos e sutis mostra ao homem que o procura onde o encontrar. É assim que o Senhor deseja trabalhar; deste modo o vemos agir no mundo para conduzir-nos a Ele. Através de coisas corriqueiras e simples, através de pessoas que sempre estão ao nosso lado, através de pessoas que encontramos esporadicamente. Sempre haverá sinais de Sua presença e de Sua vontade, mostrando-nos a direção a seguir. No entanto, estes sinais devem ser lidos de adequadamente, senão corremos o risco de julgar errado o que Ele nos quer dizer. Para isso, é preciso se servir de meios já existentes visivelmente entre nós, instrumentos de o próprio Deus se utiliza para nos auxiliar na busca constante do homem em realizar a vont...

Quarta-feira – Is 10,5-7.13-16 Mt 11,25-27

XV Semana do Tempo Comum Valderi da Silva Esta passagem da história do povo eleito é uma lição para todo o ser humano. Deus envia pessoas escolhidas para atuarem em Seu nome, com seu auxílio, mas estes não podem esquecer-se nunca de sua dependência deste Deus que os envia. Nesta leitura da profecia de Isaías, Assur, rei da Assíria, era como que o flagelo de Deus, desmantelando os povos que levavam uma vida sem preocupação com a boa conduta, inebriados pela imoralidade e idolatria, recusavam-se a reconhecer o Deus único e somente a Ele prestar culto. Pois este rei esqueceu-se que ele mesmo estava nas mãos de Deus e que Dele depende para o bom êxito de suas empresas, então gaba-se de seus feitos realizados por sua experiência e esperteza diante do inimigo (cf. Is 10,13-16). Isto é o que acontece quando o ser humano deixa de creditar em Deus o sucesso de sua vida, quando coloca-se como sustentador de si mesmo, em nada precisando de Deus, não escutando mais Sua Vontade. O ser humano s...

Terça-feira – Is 7,1-9 Mt 11,20-24

XV Semana do Tempo Comum Pe. Valderi da Silva Nesta passagem do livro de Isaías, escutamos a triste investida de homens crentes em Deus contra eles mesmo, insurgindo-se contra seus irmãos por causa de ilusórias ideias de poder territorial. Isto serve-nos para mostrar o quanto dentro da própria comunidade cristã, dentre os próprios irmãos e irmãs, pode haver o esquecimento das virtudes que nos sustentam na Vontade de Deus e assim nos colocar como em guerra contra aqueles que supostamente nos ameaçam. É este esquecimento do que se deve viver que faz homens e mulheres levantarem-se contra os que, como eles, aprenderam a crer em Deus. Este levante é repugnante aos olhos de Deus, pois é expressão clara de quanto deixamos de ter fé Nele para depositar nossa fé em nós mesmos, fazendo tudo para nos ostentarmos mais e mais. Numa comunidade cristã isto pode se expressar nas coisas mais simples, desde alguém que deseja estar sempre buscando notoriedade em determinado grupo, não deixa de ser ...

XV Domingo do Tempo Comum

Am 7,12-15 Ef 1,3-14 Mc 6,7-13 Pe. Valderi da Silva Queridos irmãos e irmãs. Diante da Palavra de Deus aprendemos qual Sua vontade para o nosso viver, dela tiramos nosso pensar, nosso falar e também o nosso agir. Mas ela também nos traz algo importante, que faz parte indispensável de nossa vida cristã: o envio como portadores e distribuidores da mensagem desta Palavra de Deus. [Em Cristo tudo encontra sua fonte] Depois das Preces Eucarísticas, que o sacerdote reza logo da consagração, o presidente da celebração eleva o Corpo de Cristo e reza a Doxologia: Por Cristo, com Cristo, em Cristo. É expressão em poucas palavras de que tudo que existe em nossa vida e inclusive ela mesma recebe sua existência por Ele, isto é, Jesus Cristo é o motivo da existência e é Ele quem faz existir, por isso tudo é por Ele . Tudo é com Cristo, pois sem Ele nada podemos fazer (Jo 15,5b). E também tudo é Nele que fazemos, nos movemos e somos filhos de Deus. É por este motivo que Paulo louva ao Pai por C...

Sábado – Mt 10,24-33

XIV Semana do Tempo Comum Hoje, o Evangelho ( Mt 10,24-33 ) nos convida a refletir sobre a relação mestre-discípulo: «O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor» (Mt 10,24). No campo humano não é impossível que o aluno chegue a ultrapassar a quem lhe ensinou o abc de uma matéria. Há na história exemplos como Giotto, que supera seu mestre Cimabue, ou como Manzoni ao abade Pieri. Mas a chave da suma sabedoria está somente nas mãos do Homem-Deus e todos os demais podem participar dela, chegando a compreendê-la segundo diversos níveis: desde o grande teólogo Santo Tomás de Aquino até a criança que se prepara para a Primeira Comunhão. Podemos acrescentar adornos de vários estilos, mas nunca tão essenciais para enriquecer o valor intrínseco da doutrina. Ao contrário, é possível que nos aproximemos da heresia. Devemos tomar cuidado quando fizermos associações que possam distorcer ao invés de enriquecer a essência da Boa Nova. «Devemos nos abster dos manjares, mas, ...
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