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Mostrando postagens de agosto, 2014

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Você está acessando o site do bacharel em Teologia e Filosofia, Valderi Silva.


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XXI Domingo do Tempo Comum

Is 22,19-23 Rm 11,33-36 Mt 16,13-20 Pe. Valderi da Silva Fratres carissimi. [1] O Evangelho deste Domingo é um dos mais importantes no estudo da Igreja fundada por Cristo e por isso convém que o analisemos com atenção. 1. Basta ler com atenção os Evangelhos para observar que em seu ensinamento e em sua vida, Jesus aparecia como um dos grandes profetas de Israel. A mulher samaritana lhe disse: “vejo que és um profeta” (Jo 4,19); quando perguntam ao cego de nascença o que diz de Jesus, ele responde: “Que é um profeta” (Jo 9,17); os discípulos de Emaús não podiam crer que o desconhecido que se juntou a eles no caminho não havia ouvido falar de “Jesus de Nazaré, que foi um profeta poderoso” (Lc 24,19); e, por fim, o mesmo Jesus toma com decisão o caminho de Jerusalém, segundo disse, “porque não cabe que um profeta morra fora de Jerusalém” (Lc 13,33). Por isso, quando Jesus pergunta aos seus discípulos “quem dizem os homens que eu sou?”, eles respondem: “Uns, que João Batista; outros, q...

XIX Domingo do Tempo Comum

1Rs 19,9.11-13 Rm 9,1-5 Mt 14,22-33 Pe. Valderi da Silva Fratres carissimi. Ouvindo atentamente este Evangelho, não podemos deixar de contemplar a própria natureza humana impressa latentemente neste episódio. Ouvimos que Jesus, após multiplicar os pães para saciar a fome das multidões manda que os discípulos entrem numa barca enquanto Ele mesmo despedia as multidões e fosse a um monte para orar. Podemos considerar isto como uma introdução da vida cristã, introdução daquele que recebe o batismo, daquele que ingressa na “vida como seguidor de Jesus Cristo”, pois este batizado é chamado pelo Senhor a subir na barca, onde encontramos os apóstolos, onde encontramos a Pedro, que em versículos posteriores será chamado pelo Senhor de cefas, onde edificaria Sua igreja. [1] Pois esta barca é a Igreja, onde encontramos os apóstolos e também a Pedro. O fato de estarmos reunidos num mesmo local é fundamental para que o Cristo possa se mostrar e salvar a todos. Dificilmente conseguiríamos encontr...

Fofoqueiros “cristãos”, servos do Demônio

Algumas coisas são realmente incompreensíveis! Sem rodeio me refiro aqui neste artigo a uma delas: a fofoca, mas não somente a fofoca num modo geral, mas a fofoca feita por cristãos de outros cristãos, ou seja, fofoca entre irmãos. Certa vez li um texto sobre os efeitos demoníacos da fofoca, e naquele momento até li com certo ceticismo, tentando contrariar um pouco tanta demonização da fofoca. Mas hoje, passados seis anos de sacerdócio, dos quais quatro vivi em pleno ambiente paroquial, não consigo deixar de assentir a tudo que li naquele texto. No entanto, é necessário uma reflexão do que é a fofoca, no que consiste. Certamente alguém pode começar logo a se defender dizendo que é um bem que se faz alertando outros sobre possíveis atos ou posturas de alguém, que elas julgam não serem convenientes a um cristão. Pois é a partir desta suposta defesa que podemos começar. Primeiramente, aquele que ouve algo de alguém (uma fofoca) não têm automaticamente o direito de passar adiante o que ...

Escândalo: tira-se suspensão ‘a divinis’ de Miguel d’Escoto

« O Papa Francisco aprovou o levantamento da suspensão a divinis do Padre Miguel d’Escoto », nos deu a conhecer ontem a Rádio Vaticano. Miguel d’Escoto foi um expoente da teologia da libertação, o que a Rádio Vaticano traduziu assim: “Muito engajado em favor da justiça social, dos pobres e das populações desfavorecidas, foi um dos fundadores, em Nova York, do Grupo dos Doze, composto por intelectuais e membros de profissões liberais que apoiaram a Frente Sandinista de Libertação Nacional, em sua luta para derrubar o ditador Somoza”. Mais tarde, foi durante mais de dez anos ministro das Relações Exteriores do governo sandinista (comunista estilo cubano). Durante a primeira visita de João Paulo II a Nicarágua, ele havia organizado para o Papa, com seus confrades [também padres] Ernesto Cardenal, ministro da Cultura, e Fernando Cardenal, ministro da Educação, uma missa revolucionária, que teve lugar diante de retratos gigantes dos fundadores da Frente sandinista de Libertação Nacional...

XVIII Domingo do Tempo Comum

Is 55,1-3 Rm 8,35.37-39 Mt 14,13-21 Pe. Valderi da Silva Fratres carissimi. [1] Hoje o Evangelho nos apresenta Jesus como a plenitude da compaixão de Deus no nosso meio. Multiplicando os pães, ele realiza de modo pleno aquilo que Moisés e Elias, os mesmos personagens da Transfiguração, representantes da Lei e dos Profetas, já haviam realizado: Moisés deu de comer ao povo no deserto; Elias sustentou com alimento a viúva de Sarepta durante todo o tempo da seca em Israel. Ora, Jesus é aquele que nos alimenta em plenitude, é o Messias prometido a Israel e à humanidade. Como o Bom Pastor, de que fala o Salmo, ele faz seu rebanho descansar na relva mais fresca e lhe prepara uma mesa. Seu alimento não se reduz ao pão. Primeiro nos alimenta porque sente compaixão de nós, de nossa pobreza e indigência: “Viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes” [2] . Mais do que de pão, é de amor, de ternura e compaixão que o Senhor nos alimenta! Alimenta-nos tamb...
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