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Mostrando postagens de novembro, 2009

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Você está acessando o site do bacharel em Teologia e Filosofia, Valderi Silva.


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Além da escutidão (?)

Na madrugada de terça-feira, assistindo televisão, meio cansado e lutando contra o adormecimento que insistia, me deparei com um curioso título de filme que se apresentou na sessão Corujão (nome bem sujestivo!), “Além da escuridão”. Logo pensei: este filme tem um bom nome, vai ser interessante! Mas grande foi minha surpresa quando, passando minuto após minuto do filme pensei novamente, agora baseado no que via: vai ser mais um filme sem fim! E foi mesmo. Mas o começo dele me pareceu interessante, pena que não souberam aproveitar a idéia inicial. Começa com humanos em cavernas tendo que sobreviver caçando. Não se tratava de um filme falando da era das cavernas, mas de humanos que viviam em cavernas por causa da eliminação quase completa da raça humana anos atrás por causa de uma peste mortal. Considerei a idéia fenomenal, de início, pois tratava de seres humanos regredidos ao estado primevo levados a este por sua própria, e suposta, desenvultura científica. Mas quero ressaltar que o que...

A Batalha de Lepanto!

A muito tempo que não a visitava. A muito que não tinha a oportunidade de sentar em um banco e ficar a vislumbrar seu teto magníficamente servindo de manual de história e catecismo ao mesmo tempo. Quanto me deixa estaziado a imagem artísticamente pintada no teto da Igreja do Rosário em Porto Alegre (RS-Brasil). Se trata de uma simples e por isso bela, imagem da Batalha de Lepanto trazendo ao início da pintura olhando desde o altar, São Domingos e Sua Santidade, o Papa, e entre eles Basílica de São Pedro. Logo segue um resumido da batalha com navios mouros e cristãos, estes vitoriosamente enguendo bandeiras e trazendo estanpado no rosto a vitória. Esta vitória que São Domingos faz questão de mostrar pelo que foi conseguida, pela reza do rosário, este objeto de devoção por muitos menosprezado e deixado de lado. Gosto de entrar nesta igreja do Rosário (na verdade Nossa Senhora do Rosário) para rezar, claro, e mais ainda ficar olhando para o teto. As pinturas em tetos e paredes de Igrejas ...

Relembrando a Lei de Jante

- O que você acha da princesa Martha-Louise? O jornalista norueguês me entrevistava à beira do lago de Genebra. Geralmente me recuso responder perguntas que fogem ao contexto do meu trabalho, mas neste caso sua curiosidade tinha um motivo: a princesa, no vestido que usara ao fazer 30 anos, mandara bordar o nome de várias pessoas que tinham sido importantes em sua vida - e entre estes nomes estava o meu (minha mulher achou a idéia tão boa que resolveu fazer a mesma coisa em seu aniversário de 50 anos, colocando o crédito "inspirado pela princesa da Noruega" em um dos cantos da sua roupa). - Acho uma pessoa sensível, delicada, inteligente. E existe uma coisa que eu realmente não entendo: por que a imprensa norueguesa passou a atacar o trabalho literário do seu marido depois que ele se casou com a princesa? - Porque ele transgrediu a Lei de Jante. Evidente que eu jamais ouvira falar disso, e ele me explicou o que era. Mais tarde, percebi que em todos os paí...

Mais um apoio à intolerância!

É imprecionante o número de publicações e manifestações a respeito desta visita do presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, ao Brasil. E é compreensível. Em uma notícia li o comentário de um determinado jornalista que disse ser este ato de acolhida deste senhor como mais um apoio à intolerância. Acabei concordando com o que li. De fato não é possível ao ser humano que honestamente busca a paz e a caridade entre os povos distintos, olhar com bons olhos (ou fingir o olhar!) alguém que que nega fatos tão relevantes e que fizeram o mundo acordar para algumas maselas que cultivavam. Negar o holocausto pode já é uma “tonteria” – diriam alguns espanhóis –, mas ao negar este fato se esta declarando tacitamente que o horror de eliminar quem discorda ou quem não se encaixa em meu padrão de “huamanidade” é lícito, pode ser feito por uma justa causa! Ora, o presidente do Irã quer simplesmente justificar os horrores que no  seu país tem-se feito ancorado nos preceitos (mal interpretados) d...

SACERDOTE: in persona Christi capitis

Olho todos os dias o programa do Jô Soares, gosto das entrevistas que ele apresenta no programa, às vezes sem mérito do entrevistado mas o entrevistador acaba sempre a tornando interessante. Mas me desgosta a mania que tem este entrevistador de citar em piadas e “maus” exemplos aquele padre que morreu na tentativa de cruzar um determinado trecho voando por meios de balões de gás. No entant0, agora este exemplo me ajuda a exemplificar o que pretendo com esta reflexão. O sacerdote é pessoa indelevelmente consagrada, ungida, que faz com receba uma mudança ontológica em seu ser. Isto faz dele não uma pessoa com super poderes como dos heróis de gibis, mas com um “poder” invisível que no ao final das contas é maior que os poderes dos heróis admirados! O sacerdote tem agora, independentemente de sua condição espiritual uma marca entranhada em seu ser que nem um ser vivo sobre a terra pode tirar ou apagar. É esta marca que o torna semelhante ao único naturalmente poderoso, é ela que torna o sa...

A arte da retirada

Um guerreiro da luz que confia demais na sua inteligência, acaba por subestimar o poder do adversário. É preciso não esquecer: há momentos em que a força é mais eficaz que a sagacidade. E quando estamos diante de certo tipo de violência, não há brilho, argumento, inteligência, ou charme que possam evitar a tragédia. Por isso, o guerreiro nunca subestima a força bruta: quando ela é agressiva irracionalmente, ele se retira do campo de batalha - até que o inimigo desgaste sua energia. Entretanto, é bom deixar bem claro: um guerreiro da luz nunca se acovarda. A fuga pode ser uma excelente arte de defesa, mas não pode ser usada quando o medo é grande. Na dúvida, o guerreiro prefere enfrentar a derrota e depois curar suas feridas - porque sabe que, se fugir, está dando ao agressor um poder maior do que ele merece. Ele pode curar o sofrimento físico, mas será eternamente perseguido por sua fraqueza espiritual. Diante de alguns momentos difíceis e dolorosos, o guerreiro encara a situa...

“Forças” naturais do homem

Queria poder ter poderes extraordinários como os super-heróis! Pensando melhor, gostaria de ter o poder que tem o Batman… nenhum poder extraordinário. Mas o poder que ele tem é o de ser humano, normal, mas que soube canalizar e formar suas potencialidades,  estas que todos os homens têm. Sempre me entendi assim, como alguém que procura dar valor ao que realmente tem valor, por sua natureza. Assim, as virtudes humanas são para mim o mais precioso dom que os humanos possuem em sua natureza. Pois delas é que formamos nosso caráter mais “visível” aos olhos dos demais. Através dela somos considerados honestos, íntegros, retos, etc. Sem elas, ou tendo elas mal formadas, somos tidos como anarquistas, desonestos, adúlteros, etc. Mas como pode ser que algo tão “invisível” pode orientar a vida do homem? Muitos simples, as virtudes humanas nutrem e ditam nossas atitudes frente aos outros ou situações controvesas em que são exigidas posições objetivas. Numa dimensão estritamente humana...

CMC: Livro I – Parte I – Capítulo II [nn. 39-42]

39. II. Principios de moralidade são todos os elementos do ato humano que tem qualquer relação com a norma de moralidade, a saber: o objetivo, as circunstâncias e o fim. Para que o ato seja moralmente bom, requer-se que nenhum dos três elementos se oponha à norma de moralidade. 40. 1. O objetivo é aquilo a que se dirige o ato por exemplo o bem alheio, no furto. O objetivo do ato pode ser bom, mau, indiferente. 41. 2. As circunstâncias podem afetar o objetivo, o agente ou a ação, por exemplo, furtar uma coisa sagrada, maltratar a própria mãe, odiar por muito tempo. As circunstâncias podem transformar a ação boa em má, o pecado leve em pecado grave e vice-versa, podendo também emprestar ao ato nova malícia e nova bondade. O ato externo provavelmente recebe todo o seu valor e desvalor do afeto interno e portanto não influe, por si mesmo, na bondade ou na malícia da ação; mas acidentalmente pode influir no valor moral fazendo que se repitam mais amiúde os atos internos, que dur...

CMC: Livro I – Parte I – Capítulo II [n. 38]

38. O ato moral I. Conceito. O ato moral é o ato praticado livremente e com advertência de sua relação com a norma de moralidade. Norma de moralidade remota é a lei eterna, contida na essência e na organização das coisas como também na sua coordenação final. Norma de moralidade próxima é a rezão humana enquanto conhece a lei eterna e a aplica ao caso concreto (consciência). – Moralmente bom ou mau é o ato que concorda ou não com a norma. Controverte-se a possibilidade de atos indiferentes em concreto.

Sobre a alimentação

Quando é preciso ser prático A história seguinte é atribuída ao sábio Mohammed Gwath Shattari, um dos mais admirados pelo Imperador Humayun. Morreu em 1563, e existe um templo em sua homenagem em Gwalior. Três viajantes cruzavam juntos as montanhas do Himalaia, discutindo a importância de colocar na prática tudo aquilo que aprenderam no plano espiritual. Estavam tão entretidos na conversa, que somente tarde da noite se deram conta que carregavam consigo apenas um pedaço de pão. Resolveram não discutir sobre quem merecia comê-lo; como eram homens piedosos, deixariam a decisão nas mãos dos deuses. Rezaram para que, durante a noite, um espírito superior indicasse quem receberia o alimento. - Eis o meu sonho - disse o primeiro viajante quando acordou. - Eu fui carregado para lugares onde antes nunca estive, e experimentei a paz e a harmonia que tenho buscado em vão nesta minha vida terrena. No meio de tal paraíso, um sábio de longas barbas me dizia: "você é meu preferido, jam...

Sentir … falar

Hoje percebo as reais dificuldades da formiga. Ela tem a sua vida formada por causa do trabalho que não é opcional para ela, mas antes é sempre uma necessidade vital. Não concordo e nem faço apologia daquele conceito antropológico do “homem-trabalho”, do homem enquanto ser para o trabalho, mas digo que na atualidade sinto e posso dizer com mais propriedade que o homem (homem e mulher naturalmente!) vivem incondicionalmente dependentes do trabalho. Parece óbvio demais para se escrever! Mas escrevo porque sei de muitos que nem sequer sabem desta real condição do homem atual, alguns quase escravisados pelo trabalho. Muitos que sabem falar muito sobre a “dignidade do homem”, a “liberdade do trabalhador” e etc. mas não sabem na realidade o que é ser um trabalhador, a agonia em que vive um trabalhador na labuta e no sentir que não gozará este e aquele outro mês de descanso ou prazer com que muitos (iludidos!) se deleitam. Hoje sei que outrora vivia assim, falando bem, bonito, fundamentad...

ANGLICANORUM COETIBUS

Por Papa Bento XVI Tradução: Aline Banchieri Fonte: Zenit CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA ANGLICANORUM COETIBUS DO SUMO PONTÍFICE BENTO XVI Sobre a instituição de ordinariados pessoais para os anglicanos que entram em plena comunhão com a Igreja Católica Nestes últimos tempos, o Espírito Santo conduziu grupos de anglicanos a pedirem, em várias ocasiões e insistentemente, para serem recebidos, inclusive corporativamente, na plena comunhão católica e esta Sé Apostólica acolheu benevolamente sua petição. O sucessor de Pedro, de fato, que tem do Senhor Jesus o mandato de garantir a unidade do episcopado e de presidir e tutelar a comunhão universal de todas as igrejas [1], não pode deixar de predispor os meios para que este santo desejo possa ser realizado. A Igreja, povo reunido na unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo [2], foi, de fato, instituída por nosso Senhor Jesus Cristo como “um sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com ...

Europa proíbe crucifixos nas escolas e Italia reage

Fonte: www.lumenrationis.blogspot.com – tente clicar na imagem para ir à notícia ou clique aqui .

CMC: Livro I – Parte I – Capítulo I – Artigo III [n. 37]

37. É muita vez difícil marcar, no caso concreto, o limite da diminuição do livre arbítrio e portanto da imputabilidade. Na maioria dos casos será Deus somente quem poderá julgar com acertos. – O confessor seja bondoso no juízo acerca destes doentes. Não conviria porém dizer-lhes que, atento o seu estado, são incapazes de pecar porque nos casos concretos é muito difícil determinar esta incapacidade e o penitente expor-se-ia ao perigo de não já opôr nenhuma resistência às suas más inclinações. Assim por via de regra, depois de pecado objetivamente grave, não se lhes permitirá a comuinhão sem prévia confissão. – Em caso de dúvida sobre a gravidade do pecado será mais fácil admitir, em determinados casos, a circunstância de não haver “ocasião” para confessar, por falta de confessor (cf. n. 504). Doentes que sofrem de forte indisposição mental, podem estar escusados da observância de leis positivas, mórmente de prescrições eclesiásticas, apesar-de as conhecerem claramente (cf. n. 56). Id...

CMC: Livro I – Parte I – Capítulo I – Artigo III [n. 36]

36. 2. A imputabilidade diminue na medida em que certas idéias e imagens se apoderam da razão do doente de tal maneira que ele não possa pensar mais em outras coisas ou somente com muita dificuldade, o que paralisa inteiramente o livre arbítrio ou ao menos o limita fortemente. A causa por que certas idéias ocupam totalmente a razão é talvez a mesma força delas que elimina da consciência todas as outras idéias ou provêm de que elas não cheguem à tona da consciência ou não aflorem senão de fugida e imperceptivelmente. O idiota, por exemplo, ao incendiar uma casa pensa, às vezes, unicamente no prazer que lhe proporcionará a vista das chamas, sem se lembrar sequer do dano e do pecado. – Acontece que o homem doentiamente melancólico veja apenas seus próprios temores e como única saída deles o suicídio; não se lhe apresentam no momento reflexões morais opostas. Ao caráter volúvel, de inconstância patológica, poderão vir na hora da tentação, idéias morais opostas, mas antes de elas exe...

Revista Arautos do Evangelho - Associação Internacional de Direito Pontificio - Revista Católica

  Revista Arautos do Evangelho - Associação Internacional de Direito Pontificio - Revista Católica  

O Zen Budismo

Muitas vezes esta coluna transcreveu alguns dos clássicos textos da escola Zen. Entretanto, o que quer dizer exatamente isso? Como explica o Ming Zhen Shakya, o Zen está para o Budismo assim como a cabala para o Judaísmo, a contemplação para o Cristianismo, a dança sufi para o Islã: ou seja, é a prática mística de ensinamentos filosóficos ou espirituais. A escola Zen nasce na China, misturando o budismo vindo do Nepal, com as tradições locais do taoísmo (que discutiremos no futuro). Entre os anos 700 e 1200, monges viajam para o Japão e ali desenvolvem dois tipos de meditação, baseados na postura física: o estilo Rinzai prega que todo ser humano pode atingir a iluminação se viver sua existência com respeito e sobriedade, enquanto o estilo Soto prega a importância de um longo treinamento para que este objetivo seja alcançado. Para os mestres Zen, todos nós temos um conhecimento intuitivo da razão de nossa existência. Portanto, as maiorias dos ensinamentos filosóficos ou religioso...

CMC: Livro I – Parte I – Capítulo I – Artigo III [nn. 29-35]

29. VI. As doenças mentais. São afecções mórbidas do cérebro ou do sistema nervoso que influem prejudicialmente sobre a razão e a vontade. Doenças funcionais são as que se manifestam pela alteração das funções orgânicas sem que se possa verificar alteração patológica nos próprios órgãos. – Doenças nervosas orgânicas são aquelas que deixam na substância nervosa vestígios de um processo patológico, por exemplo, amolecimento cerebral. 30. 1. Alguns fenômenos de doenças mentais. A neurastenia é uma fraqueza constante do sistema mervoso que o faz sucessivamente sujeito a impressões, acompanhada de cansaço prematuro. Os neuratênicos sentem as impressões de fora e o cansaço interior com uma força desproporcionada com a realidade. Muitas vezes julgam sofrer de diversas doenças ainda que seu corpo se ache em estado de perfeita saúde. A depressão psíquica perturba também a atividade da vontade à qual falta, em consequencia dos sentimentos de mal estar, a força para se resolver ( a...

O crucifixo não descrimina ninguém!

CMC: Livro I – Parte I – Capítulo I – Artigo III [nn. 26-28]

26. V. O hábito. É a facilidade e a espontaneidade de agir, adquirida pela repetição dos mesmos atos. Há hábitos que causam alteraçõe no organismo (p. e. a embriaguez) e outros que não produzem estes efeitos. 27. 1. Os hábitos dividem-se em naturais e morais. Os primeiros formam-se sem que o agente reflita no influxo deles sobre a parte moral; ou, ao menos, persistem contra a vontade. Os últimos, pelo contrário, são adquiridos livremente e concientemente alimentados. 28. 2. Influxo na imputabilidade. Quem se esforçar seriamente por se desfazer do mau hábito, não peca praticando o ato habitual sem advertir atualmente na malícia dele. Quem não se esforça por se desfazer do mau hábito, apesar de ter a consciência da obrigação de fazê-lo, peca todas as vezes que se lembra disso e não o faz; mas não peca no momento em que pratica o ato habitual sem pensar na malícia dele. O pecado é indiretamente voluntário (cf. n. 13).

Menino volta à vida após 30 minutos debaixo d'água e um mês em coma

EFE - VIENA - Um menino de 11 anos voltou à vida após passar quase 30 minutos debaixo d'água e um mês em coma, um fenômeno que os médicos que o atenderam qualificam de "milagroso", pelos sinais de rápida e boa recuperação do jovem paciente. A informação foi divulgada pela rádio e pela televisão púbica austríaca "ORF". O menino, chamado Paul, sofreu um grave acidente no dia 28 de agosto no lago Milstätter See, no estado de Caríntia, no sul da Áustria, ao não obedecer a proibição de nadar na região logo abaixo de um trampolim. Outra criança, de 13 anos, saltou nesse momento de um dos trampolins e caiu em cima de Paul, que perdeu imediatamente a consciência e afundou a sete metros de profundidade. Do momento em que afundou até a hora do resgate, o menino ficou por cerca de 30 minutos embaixo d'água. Após sua reanimação, ele foi internado no hospital da cidade austríaca de Klagenfurt, onde permaneceu durante quatro semanas em coma. O médico Martin Ed...

Árabes e judeus

Embora em permanente conflito político, estas duas culturas nos legaram uma sabedoria extraordinária. A seguir, algumas destas histórias de luz: A resposta Certa vez um homem interrogou o rabino Joshua bem Karechah: - Por que Deus escolheu um espinhal para falar com Moisés? O rabino respondeu: - Se ele tivesse escolhido uma oliveira ou uma amoreira, você teria feito a mesma pergunta. Mas não posso deixá-lo sem uma resposta: por isso digo que Deus escolheu um mísero e pequeno espinhal para ensinar que não há nenhum lugar na terra onde Ele não esteja presente. A importância da alegria Al Husayn perguntou a Ibn Muhammad: - Será que o grande profeta de nossa religião, Maomé, sabia contar coisas engraçadas? Ibn Muhammad respondeu: - Deus enviou nosso profeta com o dom da alegria. Já havia enviado outros mensageiros antes, que sofreram e falaram a linguagem da dor; Maomé veio para aliviar as penas do seu povo. "E uma das maneiras que encontrou, f...

EX – PASTOR PROTESTANTE ENSINA: SANTA MISSA É BÍBLICA!

Ex-pastor protestante apresenta Santa Missa pela Bíblia.
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