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Mostrando postagens de abril, 2012

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Você está acessando o site do bacharel em Teologia e Filosofia, Valderi Silva.


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Santo Sudário: Os cientistas constatam o erro que o datou na Idade Média

Vários especialistas perticipantes nas sessões do Congressos Internacional do Santo Sudário de Valência ratificaram os erros do estudo com a prova do Carbono 14, realizado por uma equipe de cientistas em 1988 , que datou a relíquia na época da Idade Média, entre 1260 e 1390, segundo informou o Arcebispo. Assim, segundo o químico norteamericano Robert Villarreal , responsável do Laboratório dos Álamos no Colorado (EUA), a mostra da tela do Sudário extraída para sua datação por radiocarbono, com plena certeza “contêm algodão, o qual não existe em absoluto na tela de línho original do Síndone”. Um remendo “invisível” Villarreal, que pronunciou a canferência Condições das amostras na datação de 1988 , assegura que “a amostra que foi pega não é respresentativa de todo o lenço” e que essa parte contêm, além disso, um remendo “invisível” acrescentado durante “um conserto na época medieval”. Além disso, o cientista explicou as análises efetuadas, posteriormente, no laboratório dos Álamos ,...

Segunda-feira – At 11,1-8 Jo 10,1-10

IV Semana do Tempo Pascal Pe. Valderi da Silva O fato relatado por Pedro, acontecido em Jope, vem a confirmar de modo prático e visível o que Cristo nos transmitiu, a saber: o evangelho deve ser comunicado também aos pagãos. Algo que parte do mandato do próprio Jesus, ide, pois, ensinai a todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19), e esta ordem foi a que moveu Pedro a aceitar a visão que teve e comunicar a este povo de Jobe, cidade de não judeus, a Boa Nova de Cristo. O evangelho não fala claramente, mas certamente houve alguns que pediram a Pedro o batismo, após saberem de seu testemunho entre este povo. O que fica-nos claro neste relato dos Atos dos Apóstolos é que a salvação veio para todos, sem distinção. Que não se pode excluir alguém de conhecer a mensagem de Cristo, pois Deus certamente o deseja salvar pelo Seu Filho também. Nossa atitude, como cristãos deve se assemelhar a de Pedro, que não temeu testemunhar sua fé e a Ressurreição ...

São Pio V: Santo, Papa, propagador e defendor da fé

Pio V nasceu em 1504 em Bosco, Itália, de nobre família Ghislieri. No santo Batismo deram ao filho o nome de Miguel. Menino ainda, deu Miguel indício de vocação sacerdotal, distinguindo-se sempre por uma piedade pouco vulgar. Seguindo a sua inclinação, entrou na Ordem de S. Domingos, na qual ocupou diversos cargos de Superior. Igualmente distinto em santidade como em ciência, foi Miguel nomeado inquisidor, cargo este que desempenhou com grande competência. Muitas cidades e regiões inteiras lhe devem terem ficado livres da peste de heresia. Reconhecendo-lhe o valor e os grandes méritos, o Papa Pio IV conferiu-lhe a dignidade de Bispo e Cardeal da Igreja Católica. O conclave, reunido por ocasião da morte de Pio IV, elevou-o ao pontificado. Como Papa, desenvolveu Pio V uma atividade admirável, para o bem da Igreja de Deus sobre a terra. Foi um pontificado dos mais abençoados. Exemplaríssimo na vida particular, ardente de zelo pela glória de Deus e a salvação das almas, possuía Pio V as ...

IV Domingo do Tempo Pascal

At 4,8-12 1Jo 3,1-2 Jo 10,11-18 Pe. Valderi da Silva Estimados irmãos e irmãs. Jesus declara ser o Bom Pastor, aquele que não hesita em dar a vida por suas ovelhas quando as vê sob a ameaça do lobo que sem piedade as pode devorar. Cristo é o pastor zeloso que cuida até a última ovelha, sem esquecer de nenhuma. Seu amor e zelo por elas é tanto que chama-as pelo nome, e conhece a cada uma. Esta imagem que Jesus usa é figura da nossa relação com Ele, relação da humanidade com o próprio Jesus, ou seja, Ele é quem veio ser o guia, orientador, cuidador da humanidade, ama a todos e cada um, sabe o nome de cada indivíduo e não pretende perder nenhum como disse: não perderei nenhum daqueles que o Pai me confiou . Seu amor pela humanidade ultrapassa a barreira de amor por si próprio, não hesita em sofrer na carne por defender e amar os seus amados. Nós somos os filhos de Deus, assim nos ensina São João: vede que grande presente de amor o Pai nos deu: de sermos chamados filhos de Deus! (1J...

O Tempo Pascal

1. Ano Litúrgico: Sequela vitae Jesu O ano litúrgico se torna para todo fiel uma “riqueza insondável da vida de Cristo que se abre, se expõe, se desenrola no tempo diante dos fiéis” ( Dicionário de Liturgia . Vb: Tempo e liturgia, pg. 1173). Cada fiel encontra no ciclo litúrgico a vivência da vida de Cristo, e vivendo deste modo, como O encontramos na liturgia, nos transformamos em co-viventes desta vida que celebramos, pois, é neste tempo litúrgico que Cristo expõe sua vida, expõe sua vivência com os homens, então é ali que, pedagogicamente, conhecemos e aprendemos de Jesus quem é Deus e como devemos ser e agir. Olhando para o ano litúrgico como um todo, percebemos que se resume numa cronologia de mistérios da vida de Jesus Cristo, mas ficar nesta visão é perigoso, pois pode passar a ideia de que na liturgia somos apenas expectadores assistindo o filme longa-metragem da vida de Cristo em diversas partes. Sabemos que o termo liturgia em sua origem expressa um “serviço em favor do pov...

Sábado - At 9,31-42 Jo 6,60-69

III Semana do Tempo Pascal Pe. Valderi aos Seminaristas de Filosofia da Diocese de Frederico Westphalen Queridos seminaristas. No relacionamento de Jesus com seus discípulos nos espelhamos para conviver com o Mestre. É justamente naqueles momentos que encontramos nos evangelhos em que Jesus se dirigia a eles, ou que orava em sua companhia, que percebemos um pouco do que podemos fazer para agir como Cristo gostaria que fizéssemos. Quem nunca desejou estar no lugar de Pedro no monte Tabor? Ou no lugar de João na Ceia da quinta-feira quando pode recostar a cabeça no peito de Jesus e sentiu seu coração batendo? Ou ainda, no lugar de Tomé quando o Senhor Ressuscitado apareceu para que ele pudesse tocar em Seu corpo glorioso? Certamente, já nos imaginamos algumas vezes ali, junto de Cristo ao lado de Pedro, Tiago, João, Mateus e os outros apóstolos. Esta palavra é dura... Ouvindo este evangelho de hoje, o primeiro versículo já nos surpreende: esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?...

MARIA E A RESSUREIÇÃO*

Mons. João S. Clã Dias, EP Em seus relatos sobre a Ressureição nada dizem os Evangelistas a respeito de Maria Santíssima. Entretanto, não é possível imaginar a Mãe do Redentor ausente desses acontecimentos. Enquanto o corpo de Jesus repousava no sepulcro, os Apóstolos certamente sentiam, por um misterioso instinto, que a história do Homem Deus não podia estar concluída com aquela morte, mas não chegavam a imaginar a anunciada Ressurreição. Como supor, com efeito, que Jesus aceitaria o desafio lançado pelo mau ladrão: “Se és Cristo, salva-Te a Ti mesmo” (Lc 23,39)? Porque se o fato de um vivo ressuscitar um morto – como Ele fizera com Lázaro – já resultava inteiramemte incomum, quanto mais o seria alguém sair dos abismos da morte pelas próprias forças, dizendo só seu corpo: “Levanta-te!”. A Santíssima Virgem, porém, não tinha a esse respeito a menor fímbria de dúvida. Na noite do Sábado Santo, afirma Plínio Correia de Oliveira, “somente Nossa Senhora, em toda a face da Terra, teve um F...

Tempo Pascal, como celebrá-lo? Algumas orientações litúrgico-pastorais

Pe. Cristóvão Dworak, CSsR [1] kdworak@hotmail.com No decorrer do Ano Litúrgico da Igreja Católica, celebramos a totalidade do Mistério de Cristo. O Ano Litúrgico nos propõe um caminho espiritual da fé, ou seja, a vivência da graça própria de cada aspecto do mistério de Cristo, presente e operante nas diversas festas e nos diversos tempos litúrgicos. O Tempo Pascal ocupa o lugar central nesta caminhada de tal maneira que a Igreja é convidada a celebrar os cinquenta dias pascais, isto é, o pentecostes,“como um grande domingo, um só dia de festa”. Pelo que parece, nem sempre há consciência disso. Para muitos cristãos menos esclarecidos liturgicamente, passado o Domingo da Ressurreição, tudo parece voltar ao ritmo comum. Diante desta realidade bastante frequente, podemos nos perguntar: como, então, garantir que as nossas celebrações, em especial, as celebrações dominicais de missas, de cultos e outras celebrações, sejam de fato pascais a fim de consolidar a espiritualidade verdadeiramen...

Sexta-feira – At 9,1-20 Jo 6,52-59

III Semana do Tempo Pascal Pe. Valderi No fato da conversão de Paulo nos fica evidente que mesmo o coração mais endurecido pelo ódio e raiva e movido por alguma ideologia firmemente convicta de seus julgamentos, pode receber a Luz de Cristo e ser chamado a voltar para Deus. Encontramos neste mundo de hoje muitas pessoas certas de que suas ideias a respeito do sobrenatural são as que lhe colocam na via da verdade, ou seja, estão estas convictas que sua “religião” particular as salva de qualquer influência do erro, que sua ideologia relativista a respeito de Deus é a mais adequada para viver neste mundo. Pois estas em Paulo vemos que também seres humanos como estes, que a nossos olhos parecem sem volta para Deus, podem ser tocados pela Luz de Cristo, afinal, o que pelo nosso esforço não alcançamos, quem duvida que Jesus o alcance? Neste mesmo evento que para Paulo foi decisivo, Deus nos quer mostrar mais, e o que podemos perceber é que, justamente quando caímos por terra, que Deus pod...

Adoração da Cruz [II]

Que um lenho ao outro vencesse, com arte Deus decretou, e a salvação nos viesse pela cruz que ele abraçou, de novo a vida irrompesse onde o pecado brotou. Da árvore que favoreceu a queda do ser humano no pecado, desobedecendo a Deus, vemos surgir uma outra donde a vitória sobre este mesmo pecado brotou. É a cruz de Cristo, que saida de uma árvore como a do pecado, vence o mesmo mal que fez do homem seu escravo. Era conveniente que por um lenho também viesse a libertação do ser humano. Esta vitória esplêndida é antes de mais, decretada por Deus, pois Ele é consciente de sua força contra as do pecado, mesmo que prefira contar com o auxílio humano. A obediência de Cristo ao abraçar a cruz de morte, é o contraste da desobediência dos primeiros pais. Este pecado por muitas vezes parece ofuscado pela intorpecência da consciência moral diante de uma sociedade que age no desvalor das virtudes e da moralidade, em favor do egoísmo materialista e edonista. A desobediência é por tantas vezes,...

Quinta-feira – At 8,26-40 Jo 6,44-51

III Semana do Tempo Pascal Pe. Valderi O Espírito de Deus acompanha os anunciadores do Evangelho, Ele esta os assistindo para poder lhes inspirar a hora, o local da pregar a Boa Nova, assim também lhes inspira o que dizer. Esta experiência sensível teve Felipe, ao ver aproximar o carro onde se encontrava o eunuco etíope, o Espírito de Deus lhe inspira a se colocar mais perto e a ponto de estar junto deste etíope. Sua intervenção na leitura do eunuco é a maneira de abordagem inicial, ou seja, foi o modo como Felipe encontrou para iniciar um contato com este senhor (cf. At 8,30). De fato, esta abordagem se mostrou providencial visto que o eunuco lia textos da Sagrada Escritura mas não os entedia, então Felipe lho explicou. Nesta missão de anunciar o evangelho a todos os povos inclui aquelas pequenas oportunidades que temos com amigos, vizinhos ou parentes de falar da Sagrada Escritura, comentá-las para que desta forma se possa, de certa forma, fazer uma reflexão conjunta da Palavra de ...

Festa de São Marcos, Evangelista

1Pd 5,5-14 Mc 16,15-20 A exigência da humildade Nesta celebração festiva, lembramos de São Marcos, evangelista. Através de seu evangelho podemos conhecer mais de Cristo Nosso Senhor. Nesta carta de Pedro, escutamos conselhos que certamente faziam parte da vida de Marcos e que compartilhava com o próprio Pedro. Um deles é exatamente a exigência da humildade. De fato, para obtermos sucesso em nosso empenho por uma vida espiritual sólida na vontade Deus, que possa reger minha vida ordinária no trato com o mundo e com as pessoas, a atitude de humildade se faz extremamente necessária. Através desta atitude conseguimos nos colocar no mesmo nível de todos, onde não cedemos a tentação de nos sobrepor por cima dos outros, o que impede muitas relações humanas e às vezes até em família. Através deste conselho de Pedro, nos é chamado a atenção para esta exigente postura espiritual e humana. Nos colocar espiritualmente em estado de humildade perante Deus nos livra, por exemplo, de determinar a ...

O espanhol e a dor

Desde o início da peregrinação da humanidade nesta terra, a Divina Providência dotou cada povo de qualidade diversas. Assim, o belga ama a vida tranquila e rotineira, o germânico salienta-se pelo seu dinamismo e capacidade organizadora, enquanto o espanhol se distingue por certo tipo de idealismo no qual a mística e o espírito de luta se misturam de forma singular. Dotados de uma viva sensibilidade para o sobrenatural, os membros mais característicos desse povo propendem ao desprezo dos bens terrenos e são capazes de fazer os mais árduos sacrifícios por amor ao ideal. Não surpreende, portanto, que as cordas da alma do católico espanhol vibrem com especial intensidade diante das dores de Cristo e de sua Mãe Santíssima na Paixão. Assim, é curioso constatar como em Sevilha, por exemplo, a maior parte das imagens de Maria, seja qual for sua invocação, refletem os sofrimentos da Mãe de Cristo aos pés da Cruz; ou o elevado número de cidades e povoados desse país que têm por padroeira a Vi...

Blog VALDERI: omnia per gloriam Dei et Sanctae Ecclesiae

O dia chegou! (Esta mensagem esta sendo publicada um mês antes do aniversário, que será dia 24 de maio) Hoje completa dez anos que o Blog VALDERI esta na web, interagindo e publicando opiniões, artigos e  meditações da Palavra de Deus e comentários a respeito da Doutrina Católica. Ao ouvir os apelos do Beato João Paulo II sobre a necessidade da Igreja estar presente nos meios de comunicação social mais recentes – como a internet – logo nasceu em mim o desejo de me atrever neste campo virtual. Neste décimo aniversário se nota que muita coisa mudou desde o primeiro ano , nesta página e também na rede virtual, mas sempre houve um esforço por acompanhar estas mudanças sem nunca deixar de trilhar os objetivos traçados, principalmente em perfeita comunhão com a Igreja de Cristo, espalhando o amor a Eucaristia, a Maria e ao Papa. Neste décimo ano a alegria de poder ver o quanto foi produzido nestes anos só não é maior por ver o quanto ainda pode-se melhorar e produzir. Pessoalmente, ...

Terça-feira – At 7,51-8,1a Jo 6,30-35

III Semana do Tempo Pascal Pe. Valderi Nesta liturgia, ouvimos na primeira leitura que Estevão, homem cheio do Espírito Santo, expõe a realidade das atitudes daqueles do seu tempo, mostrando o que muitos tentavam esconder com hipócritas orações e atos de piedade. Suas atitudes não correspondiam a Lei e nem ao que orientava os profetas, aliás, por este motivo, Estevão os acusa de agirem da mesma forma que seus antepassados que perseguiram e mataram a muitos profetas enviados por Deus (cf. At 7,52). Esta atitude se repete com estes novos cristãos que receberam a missão de anunciar o evangelho, são perseguidos e mortos por falarem palavras de Deus que tentam orientar novamente o povo acomodado em suas próprias vontades, deixando os deleites e cobiças humanas regerem suas vidas. Esta atitude de Estevão é a que a Santa Igreja sempre teve, faz parte de sua missão, e por isso presenciamos no mundo tanta perseguição e acusação contra aquela que leva a mensagem de Deus e também denuncia com ...

A escola do sofrimento

A escola do sofrimento nos ensina a se conhecer e a amar Na vida humana se experimenta muitos sentimentos que nascem de fatos ou acasiões e estes podem trazer diversas sequelas, boas ou más. Mas com muito certeza, de tudo o que se pode experimentar, o sofrimento é algo que surge para nos formar e nesta formação conhecer a nós mesmos e descobrir o amor que devemos dispensar aos outros. Compreendo que pode ser difícil alguém ver no sofrimento uma escola, onde podemos nos conhecer melhor, mas isto é fruto do próprio sofrimento, ele naturalmente surge de modo tão intenso e abrupto que nos cega momentaneamente para ver o outro lado deste sentimento, enxergar nele um momento e não um estado . Um momento em que posso aprender sobre mim, onde percebo minhas limitações que não me deixam passar de determinados pontos, limitações que me fazem perceber que sou tão frágil como o resto da humanidade, que faz com que me veja semelhante àqueles que lançam mão de tudo para tentar viver, simplesmente ...

Segunda-feira – At 6,8-15 Jo 6,22-29

III Semana do Tempo Pascal Pe. Valderi Percebemos em Estevão a fé que o move a anunciar e defender a Cristo até diante daqueles que não toleravam os cristãos. Esta fé serena mas firme e decidida é inspiradora para nós e penso que neste tempo em que vivemos a coragem que Estevão demonstra brotar de sua fé é o que precisamos mostrar. Falar de Jesus Cristo e de Suas maravilhas pela humanidade deve ser objeto de nossas intervenções em assuntos diários com todos aqueles que podem nos ouvir e isto sem medo de que alguém possa nos censurar, mesmo que de forma mais agressiva. Assim como este protodiácono não deixou o medo de ser presso ou até apedrejado calar diante daqueles que ainda não reconheciam a Cristo como Senhor e Deus, nós diante desta sociedade que parece muito mais disposta a esquecer a Deus que procurá-lo, devemos ser os novos “estevãos” no anuncio corajoso e fiel do evangelho de Jesus. A mensagem que Estevão transmite cabe-nos uma reflexão. Ele anuncia a Cristo como exigência p...

III Domingo do Tempo Pascal

At 3,13-15.17-19 1Jo 2,1-5a Lc 24,35-48 Pe. Valderi Estimados irmãos em Cristo. Neste tempo, logo após Sua ressurreição, Jesus encontra o momento para firmar a fé dos apóstolos e criar-lhes a convicção necessária para a missão que seguirá. Jesus aparece mais uma vez para que não tenham dúvidas sobre as coisas que Ele dizia de si mesmo enquanto andava no meio deles. É preciso haver esta certeza da Ressurreição de Cristo para que aceitemos a totalidade do Evangelho e assim não sintamos receio em propagá-lo, como faz parte da missão que recebemos em nosso batismo. Esta aceitação convicta da Ressurreição e por consequência de todo o Evangelho é essencial, não se trata de um “talvez”, ou “quem sabe”, ou ainda um “pode ter acontecido de outra forma”, Deus fez exatamente o que predisse nas escrituras do Antigo Testamento para mostrar mais uma vez que cumpri sua palavra. É importante que todos os cristãos percebam que o fato da Ressurreição é ilógico e vitalmente necessário para crer...

O desafio do silêncio

Aprender a calar Constantemente estamos rodeados de muita informação, muita opinião e muitas outras indicações que são nos apresentadas mesmo que não a peçamos. Tudo isso faz parte do estrondoso mundo barulhento que nos rodeia e que dele fazemos parte, quer queiramos ou não. Mas não somente o barulho de fora é que contribui para este agitado ambiente, meu hábito de não conseguir calar também contribui para este ambiente e com minha ajuda ele fica mais barulhento para mim e para os outros. Aprender a calar é necessário, pois nos nos a possibilidade de pensar melhor nas decisões e nas palavras a se dizer. Aprender a calar, além disso, contribui fundamentalmente no cultivo espiritual, pois quando deixo de falar além do necessário, dou espaço para o espírito alimentar-se do que vejo, leio e ouço. Aprender a escutar Nisto aprendemos outra coisa importante, aprender a escutar. Parece se contradizer um pouco ao desejar estar num ambiente de silêncio, mas na verdade o que se deseja escutar...

Diferença entre CARÁTER e TEMPERAMENTO

Neste livro sobre virtudes e liderança encontrei uma explixação bem simples e assim, de fácil compreensão sobre a diferença entre CARÁTER e TEMPERAMENTO, algo que facilmente as pessoas em geral confundem e por isso lhes é tão difícil crescer em virtudes. A liderança é uma questão de caráter, não de temperamento. O caráter forma-se mediante o treino, ao passo que o temperamento é inato. O temperamento pode favorecer o desenvolvimento de certas virtudes e dificultar o de outras. Se eu tenho um temperamento apaixonado, para mim será relativamente fácil praticar atos de audácia; se sou tímido, a audácia significará para mim um verdadeiro desafio. Mas, se luto por dominar os meus defeitos de temperamento, estes defeitos converter-se-ão na minha força moral, em ocasião para fortalecer as minhas virtudes. As virtudes imprimem a marca do caráter no nosso temperamento, fazendo com que este deixe de nos dominar. A falta de virtude torna-nos escravos do nosso temperamento. Escrivá explica este...

O mendigo que o confessou João Paulo II

Este é um belíssimo exemplo de humildade e misericórdia de um coração que soube ser amigo da humanidade... Um sacerdote norte-americano da diocese de Nova York se dispunha a rezar em uma das paróquias de Roma quando , ao entrar , se encontrou com um mendigo. Depois de observá-lo durante um momento , o sacerdote se deu conta de que conhecia aquele homem . Era um companheiro do seminário , ordenado sacerdote no mesmo dia que ele . Agora mendigava pelas ruas . O padre , depois de identificar-se e cumprimentá-lo, escutou dos lábios do mendigo como tinha perdido sua fé e sua vocação . Ficou profundamente estremecido. No dia seguinte o sacerdote vindo de Nova York tinha a oportunidade de participar da Santa Missa privada do Papa e poderia cumprimentá-lo no final da celebração , como é de costume . Ao chegar sua vez sentiu o impulso de ajoelhar-se frente ao Santo Padre e pedir que rezasse por seu antigo companheiro de seminário , e descreveu brevemente a situação ao Papa . Um dia depois receb...

Solenidade da Páscoa do Senhor

Domingo – At 10,34a.37-43 Cl 3,1-4 Jo 20, 1-9 Pe. Valderi Estimados irmãos. Ressuscitou de verdade, aleluia, aleluia! Nos encontramos nesta celebração festiva para celebrar a Páscoa de Cristo, evento que nos trouxe a vida eterna e também esperança de vida melhor ainda neste mundo. A páscoa celebrada pelos judeus era sinal da prodigiosa ação de Deus em prol daquele povo que Ele havia escolhido para ser Seu povo. Esta páscoa dos judeus lembrava a passagem pelo mar na fuga do Egito, era a passagem de uma vida de escravidão para um vida de liberdade, isto pela bondade de Deus. Páscoa é passagem, de um estado que fere a natureza, traz a incompatibilidade com a vontade de Deus, reprimi a liberdade não permitindo que homens e mulheres exerçam todas as suas faculdades, que a natureza humana criada por Deus permite que se exerça. Por isso, Deus intervem na libertação deste estado que não deixa o homem ser realizado, e promove esta passagem. Mas em Cristo, a páscoa assume um sentido muito m...
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